A comida e sua representação pessoal e social!


O convívio social e nossa alimentação…

Comer é vital, é necessário. Sem alimento todo nos morremos, por não fornecer energia necessária para que o corpo trabalhe de maneira eficiente. Comer é necessário, mas será que eu estou comendo apenas o necessário? Isso sua composição corporal irá dizer…

Com o crescimento da população e também com o crescimento da obesidade e sobrepeso no mundo, chegamos a conclusão que o comer apenas o necessário está sendo esquecido. Hoje se come por tristeza, por alegria, por prazer, por desgosto, por estar entre amigos, como forma de recompensa, como forma de preencher um vazio, para preencher uma carência efetiva, para curar as mágoas, para não dizer não a alguém e magoa-la, por vontade de comer e também por fome…
Hoje o alimento é considerado por muitas pessoas, muito mais do que um alimento. Em muitos momento ele é o conforto, é o carinho, é prazer momentâneo, etc…

Do ponto de vista nutricional, muitos deles alimentos que são os preferidos são ricos em gorduras ou açucares simples como chocolates, frituras, doces, bombons, bolos recheados, sorvetes, etc… e eles tem uma relação com aumentar nossos níveis de serotonina e dopamina (substância que trazem um certo prazer momentâneo).

Por isso sempre reforço que restringir, em muito momentos causa dor, sofrimento, angustias, tristezas, pois a relação de algumas pessoas com o alimento é muito forte. E esse vinculo não precisa ser quebrado de maneira radical. Por isso o profissional teve cativar o paciente a se abrir, relatar suas dificuldades no processo de perda de peso, relatar o que alguns alimentos específicos significam em sua vida, e então o nutricionista pode de maneira mais equilibrada e balanceada deixar alimentos específicos em seu cardápio. Desde que você confie no profissional e que esclareça de maneira clara sua relação com o alimento.

Fora o vinculo individual de cada um, e voltando ao tema, estar em sociedade é estar cercado de comida e pessoas oferecendo comida a nos a todo o momento. Ninguém mais marca um encontro entre amigos onde a pergunta mais importante é ‘’o que vamos comer?’’ ‘’O que vamos beber?’’, onde o verdadeiro sentido do encontro seria ver os amigos. Temos de aprender a resgatar isso em nós. Será que todo lugar que eu vou só estou pensando em o que comer?
No processo de reeducação alimentar, eu trabalho muito essa questão da boa relação com o alimento. Ele não é nosso inimigo, ele está em todos os lugares, ao redor de todas as pessoas, e por que eu como nutricionista TENHO que privar meus pacientes desse convívio sadio com a comida. Odeio frases como ‘’esse alimento, a partir de hoje nunca mais’’, ‘’chocolate nem pensar’’, ‘’pizzaria com os amigos? Tome água somente’’, ‘’seja forte, resista até o fim’’, entre outras.

Já está mais que comprovado que a privação de alimentos leva indivíduos a episódios compulsivos esporádicos, que com maior frequência pode se tornar um compulsivo diagnosticado. Exemplo bem simples: se privar dos chocolate por 90 dias certinho, e no 91º comprar uma barra de 500 g e comer inteira. Não seria mais saudável e mais prazeroso comer 1 pedacinho pequeno todos os dias ou 3 vezes na semana? Pizza no final de semana: todos sabemos que comer pizza sempre não é uma opção tão saudável (embora hoje temos opções ótimas), mas não é 1 pedaço de pizza no final de semana que vai atrapalhar você no seu objetivo de peso ou de manter uma saúde em ótimo estado, mas sim a QUANTIDADE.

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Por isso deve haver equilíbrio. Como eu sempre digo:

– Temos que comer de maneira mais saudável o maior número de dias possíveis e quando tivermos convites para algo diferentes, podermos ir sem culpa, porem com a consciência do que e do quanto posso ingerir. Existem mil dicas e técnicas para auxiliar você a se controlar nesses eventos caso não tenha ainda o controle sobre isso, por isso é sempre importante procurar um profissional nutricionista quando desejar melhorar ou ter dicas fidedignas sobre alimentação saudável.

Restrição não leva a nada. Equilíbrio te traz paz, saúde, uma vida social sem neuras, com escolhas certas e prazeres que todo alimento pode te proporcionar. Curta o prazer de comer. Curta o prazer de comer bem. Curta o prazer de comer em equilíbrio.

Rodolfo Scatolon Nutricionista CRN 38692

Panqueca de tapioca!


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Ingredientes:

1 colher de sopa de aveia em flocos (ou quinoa, amaranto ou chia);
1 ovo;
1 colher de sopa de tapioca (uso a goma de tapioca hidratada, que fica pronta em 3 minutos).

Modo de preparo:
Misture os ingredientes e leva à frigideira com um pouquinho de óleo de coco. Depois corta em 4 pedaços, para montar a panqueca em camadas.
Recheio:
Da sua preferência! Pode utilizar peito de peru, presunto magro, queijo branco, cottage, geleias, cremes de avelã, frutas, etc…

Recheio que apresentei na TV:

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1 – Mousse de maracujá: 1 pote de iogurte grego light mistura com meio maracujá (fruta). Pode deixar as sementes inteiras ou bater um pouco no mixer.

2 – Creme de chocolate light: 1/2 xícara de leite desnatado + 1 e 1/2 colher de sopa de achocolatado dietético GOLD + 1 colher de café de amido de milho. Mexer em fogo baixo até der o ponto de mingau.

3 – Romeu e Julieta: 2 fatias de queijo minas frescal cortado em cubos + 1 colher de geleia de frutas sem adição de açúcar (eu coloquei duas colher de água para ficar mais cremosa).

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4 – Banana/morango com chocolate: a mesma receita do creme de chocolate + q banana prata cortada em cubos.

O sódio da água mineral, devo me preocupar?


Recentemente recebi um questionamento de uma paciente bastante preocupada com o sódio presente das água minerais e a dúvida pode ser sua também, por isso vou escrever sobre o assunto…

Atualmente com o aumento das doenças cardiovasculares ocasionadas pela má alimentação existe por parte das pessoas uma certa preocupação com assuntos relacionados a alimentação e o sódio é com certeza um deles. O sódio é um mineral importante para o organismo humano, porem em doses adequadas. Hoje o ministério da saúde sugere que nosso consumo não passe das 2400 mg por dia.

E excesso de sódio está relacionado com problemas como hipertensão arterial, hepatopatias, doenças renais, entre outras.

Mas será que o sódio da água está contribuindo para que o consumo desse nutriente esteja alto no seu dia-a-dia?

Primeira questão que gostaria que você se atentasse: no rótulo das embalagens vem descrito alguns minerais e todos com valores em mg (microgramas) por litro! Isso mesmo, aquele valor que você encontra na embalagem é o quanto de sódio tem POR LITRO de água. De maneira mais prática, a água que estou tomando hoje por exemplo tem 4,39 mg/litro. Isso significa que se eu tomar 2 litros dessa marca por dia, consumirei apenas 8,78 mg dos 2400 mg! (muitas pessoas acham que esse valor é por ml e dai sim a água seria um problema para a população, mas não é o caso). Ficou mais tranquilo/a?

Se sua preocupação é diminuir o sódio da sua alimentação não fique olhando rótulos das garrafas de água, observe os caldos de carne e legumes, enlatados, refeições congeladas, salsichas, macarrões instantâneos, azeitonas, etc…

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A imagem acima mostra um estudo realizado no Brasil em 2013 onde a mádia de consumo da população era de 12 gramas por dia, que representa um colher de sopa em média, onde o ideal seria que se consumisse no máximo uma colher de café rasa do sal de cozinha (que representa 2400 mg de sódio). Mas o sódio está em todos os alimentos, porem nos naturais as suas quantidades são quase insignificantes!

Não fique com paranoia com as água! Se hidrate com qualquer marca, nenhuma delas representa rico algum a sua saúde!

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Restrição Alimentar e o ganho de peso!


A obesidade é uma doença de alta prevalência no mundo e é responsável por sérias repercussões orgânicas e psicossociais, desde a infância até a vida adulta. O comportamento alimentar tem bases biológicas e sociais e, associado, à obesidade, torna-se um processo ainda mais complexo pelos aspectos psicológicos envolvidos, os quais se expressam por meio de humor depressivo, ansiedade, sentimento de culpa e, também, por mecanismos fisiológicos, como a resistência ao jejum na vigência de dietas restritivas.

French et al.27, por meio da observação de vários estudos, concluíram que as pessoas com comportamento de fazer dieta (dieters), não necessariamente obesas, possuem relatos de baixa ingestão de alimentos energéticos e ricos em gordura, como doces, carnes, batata frita e refrigerante, e alta freqüência de atividade física intensa, comparadas àquelas que não têm o comportamento de controlarem o que comem. As mulheres apresentam com mais freqüência comportamento de sub-relato alimentar, devido às maiores pressões culturais e sociais a que são submetidas para manter hábitos alimentares saudáveis e padrão corporal esguio.

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Restrição alimentar é uma estratégia comportamental e cognitiva, que as pessoas usam para controlar o peso corporal.

O termo restrained eating foi definido como uma tendência a restringir o consumo alimentar conscientemente, a fim de prevenir o ganho de peso ou promover sua perda. Estudo envolvendo 387 famílias francesas, num total de 1320 indivíduos entre 11 e 65 anos, objetivou descrever os padrões alimentares de famílias francesas e avaliar a relação entre consumo dietético, perfil alimentar e sobrepeso. Os resultados mostraram que a restrição alimentar foi significativamente relacionada com excesso de peso e menor ingestão energética em homens e mulheres. Em mulheres, foi associada à menor ingestão de proteínas e carboidratos.

Estudos demonstraram que unrestrained eaters, pessoas que não restringem o consumo de alimentos, ou nondieting, pessoas que não fazem dieta, comem menos após um lanche altamente energético. Esta regulação de energia é normal, isto é, a pessoa compensa o lanche comendo menos, posteriormente. Porém, restrained eaters, pessoas que restringem o consumo alimentar, comem mais depois de um lanche altamente energético. Este comportamento é explicado pela desinibição do controle cognitivo, uma vez que acreditam ter excedido o consumo alimentar permitido com a ingestão do lanche energético. Esta situação pode resultar em episódios de compulsão alimentar, alternados a períodos de restrição energética.

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Estudo realizado por Westenhoefer, com 50 mil homens e mulheres, participantes de um programa para perda de peso, mostrou que a alta pontuação inicial de restrição alimentar está associada à maior ingestão alimentar e maior Índice de Massa Corporal (IMC).

Os seres humanos mantêm o mesmo peso por muitos anos, o que indica que o peso corporal é regulado em torno de um ponto de equilíbrio (set point); porém, alterações extremas do comportamento alimentar podem levar a distúrbios no controle do peso. O sistema de regulação corporal permite equilíbrio de energia positiva, conduzindo a ganho de peso, mas se defende fortemente contra equilíbrios de energia negativa, que ameaçam causar perda de peso.

Williams, em revisão da literatura correspondente, afirmou que as pessoas que persistem em dietas de poucas calorias perdem grandes quantidades de peso, em média, 20kg em 12 a 16 semanas. A maioria destes indivíduos, contudo, recuperam o peso dentro de um curto período de tempo. Muitos deles, reiniciam, então, o processo de dieta, recomeçando o ciclo.

Estudo desenvolvido com um grupo de mulheres restrained eaters, realizado em um período de seis meses, revelou que, embora o peso flutuasse diária e semanalmente, estas mulheres não perderam peso durante os seis meses.

As reflexões desta revisão sugerem que programas de redução de peso, individuais ou em grupo, tenham abordagem interdisciplinar, de fato, e que enfatizem, junto aos pacientes, a compreensão dos mecanismos biopsicosociais aos quais estão submetidos. Para isso, a estratégia da Teoria Cognitiva Comportamental parece muito útil para bloquear o ciclo vicioso, exaustivamente discutido neste estudo, tornando-se, portanto, uma aliada no tratamento da obesidade.

Fonte: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-52732005000100008

Desculpas que atrapalham você no processo de emagrecimento!


Está pronto para começar a quebrar suas desculpas esfarrapadas e tomar o controle do seu destino? Começaremos com duas desculpas clássicas:

“Estou acima do peso, mas sou feliz assim”

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Se você se identificou com a frase, ótimo. Cada pessoa merece ser feliz e viver uma vida plena e saudável.
A intrigante questão é que, se isso realmente é verdade, por que você está lendo esse post? Outra questão: Será que você está verdadeiramente feliz, satisfeita com a forma física que aparenta e com o que sente? Ou será que você apenas diminuiu suas expectativas em relação ao mundo, se conformando com o que tem para se sentir “feliz”?
Outro problema é o fato inegável que estar acima do peso faz mal à saúde. Pode ser que no momento você seja jovem e não tenha nenhum problema aparente de saúde. Mas é muito provável que, em algum momento, isto aconteça. Doa a quem doer, o fato é que manter seu corpo acima do peso é, grosso modo, limitar o seu tempo de vida, é matar-se aos poucos.
E é algo totalmente prevenível, se você tomar uma atitude agora.
Finalizando, você pode até ser feliz e acima do peso. Que tal ser mais feliz ainda, sabendo que vai viver mais e terá mais saúde, num corpo com menos gorduras e mais torneado? É uma situação que você só tende a ganhar, não acha?

“Eu tenho tendência a engordar”

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Já falamos um pouco sobre essa desculpa mais acima. É uma desculpa muito conveniente, até tem algum fundamento, mas na imensa maioria dos casos, não justifica. Pesquisas mostraram que a genética é responsável por até 25% do peso de uma pessoa, o que significa que 75% podem ser controlados por uma boa alimentação e exercícios.

Muitos de seus hábitos atuais foram adquiridos da sua convivência familiar. Você provavelmente tem comportamentos e traços de personalidade que vêm dos seus pais e parentes, adquiridos pelo convívio. Pois bem, essa “tendência a engordar” é bem mais provável que seja fruto de um (mau) hábito alimentar da sua família. Se você passou a infância e adolescência com uma mesa farta de alimentos ruins, e sua família é toda acima do peso, o que leva você a acreditar que seus genes são responsáveis por isso? Não foram os genes que escolheram quais alimentos foram levados à sua boca.

Novamente, você até pode ter tendência. Mas a tendência é apenas isso, uma tendência. Você só vai engordar se botar alguma porcaria para dentro, porque se não o fizer, pode ter a tendência que for, que não vai engordar. E significa apenas que você terá mais trabalho e atenção que uma pessoa que não tem essa tendência.

E você, quais as desculpas que criou para si mesmo e gostaria de ver aqui analisadas e desarmadas? Conte-nos abaixo nos comentários.

Você atrapalha seu processo de emagrecimento! Sabia disso?


Um dos principais inimigos do emagrecimento é a capacidade humana para criar desculpas. Elas são aquelas pequenas histórias que você pode vir a contar para você com o objetivo de justificar a sua suposta incapacidade de fazer algo ou o seu comportamento ou status atual. Em outras palavras, neste caso, falamos das desculpas que você dá para você mesmo a respeito de não estar conseguindo perder peso.

Usando uma desculpa, você acaba se eximindo de uma responsabilidade, justamente porque não quer se sentir mal. Você tira a culpa de si próprio e coloca como se isso estivesse fora do seu controle. E como ninguém assumiu a responsabilidade pelo problema, ele fica sem solução (emagrecer), e o ciclo vai se repetir, o que está longe de ser uma surpresa.

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E sabe por que as desculpas são criadas? Aqui vão algumas razões que tendem a serem usadas. Você se identifica com alguma?
– Dar uma desculpa é fácil;
– Você não está conseguindo priorizar corretamente;
– Você está com muita coisa para fazer e com o tempo limitado;
– Você não sabe por onde começar;
– Você justifica que amanhã é outro dia;
– Te falta comprometimento;
– Fazer outra coisa é mais prazeroso;
– Você gosta de recompensa imediata e é impaciente;
– Você não definiu objetivos fortes e concretos;
– No fundo, você não acredita que o benefício de uma ação compense o custo;
– Você apresenta atitude negativa em geral, a respeito de perder peso;
– Você prefere ser vítima das circunstâncias;
– Você acha que doenças relacionadas à obesidade nunca vão te pegar;
– Você vive feliz em negação;
– Você tem uma memória bem curta e esquece como se sentiu quando viu uma foto sua, bem acima do peso, ou quando aquela calça ficou apertada.

Como já dissemos, no momento em que você encontra uma desculpa para o seu fracasso, você tende a se apegar a ela, até que seja desafiada. Desta forma, a óbvia conclusão é que você vai precisar aprender a desafiar toda e qualquer desculpa que apareça na sua cabeça. Porque se não o fizer, vai acabar entrando num estado de paralisia e conformismo com o fracasso. E adivinha? Não vai emagrecer.

Veja o exemplo abaixo:
“Ora bolas, não consigo emagrecer porque tenho tendência a engordar”

Se você acreditar nisso e aceitar como desculpa, sua única opção lógica é conformar-se com sua sina. E provavelmente passar o resto dos seus dias vivendo essa insatisfação e a frustração.
Ou será que, se você não aceitar essa desculpa, há alternativas? Será que essa “tendência” significa que seu esforço apenas terá que ser maior do que uma pessoa que não tem?

O caminho não é fácil, e é capaz que, algum dia, você tente se justificar, mas é importante saber como eliminar cada desculpa, e não deixar que elas vençam. É preciso assumir essa responsabilidade, sem mais! Pare de ser vítima das circunstâncias!

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A terapia Cognitiva Comportamental no Tratamento de Obesidade!


Rodolfo, já tentei de tudo: já passei em todas nutricionistas da cidade, já tomei todas medicações possíveis, já fiz métodos estéticos, já fiz a todas as dietas de internet que você imaginar e nunca consegui manter o peso…

Essa é uma afirmação que ouço diariamente em consultório. E sempre respondo assim:
– Você disse que já tentou de tudo, mas está errada/o, já tentou procurar uma psicologa para emagrecer?
Todas me olham com cara estranha e muitas respondem que NÃO!

E eu reforço:
– Se não deu certo tudo o que me relatou acima é porque você só buscou tratar o problema e não a CAUSA dele…
– Já parou para pensar o que está te levando a comer sem controle?
– Quais os pensamentos que aparecem na sua mente antes do ato de comer?
– Que sentimentos estão envolvidos no ato comer?

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A TCC (terapia Cognitiva Comportamental) é apontada como uma estratégia eficaz no tratamento da obesidade.
Segundo Duschesne 2007, o emagrecimento pressupõe mudança de hábitos e comportamentos. Antes de mudanças comportamentais, implica-se a necessidade de alterações cognitivas. Parte-se do principio que indivíduos obesos ou com sobrepeso possuem crenças disfuncionais acerca da alimentação e do peso. Este esquema cognitivo gera sentimentos de culpa, ansiedade, preocupações, raiva, estresse, tristeza e impotência, resultando em problemas de relacionamento interpessoal, conjugal e familiar, além de associar-se a outros transtronos psicológicos como depressão e transtorno de compulsão alimentar periodica (TCAP).

A TCC baseia-se no conceito de que a maneira como as pessoas pensam afeta oque elas SENTEM e FAZEM. nesse sentido a TCC busca auxiliar na identificação de pensamentos sabotadores e a responder a eles, de maneira funcional, o que leva a pessoa a se sentir melhor e a se comportar de modo mais adaptativo ao seu ambiente. A TCC modifica as cresças disfuncionais dos indivíduos com excesso de peso sobre alimentação e dietas através da reestruturação cognitiva, substituindo-as por crenças mais funcionais (J. Beck, 1997).

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Já tentou de tudo mesmo? Procure um/a psicologo/a, ou grupos que tenham psicólogos e veja como mudar pequenos comportamentos podem te deixar magra para sempre!