CREPIOCA COM CHIA


Crepioca salgada

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Ingredientes

1 ovo inteiro

1 clara

1 colher de sopa de queijo cottage

1 colher de sopa de farinha de tapioca

Orégano a gosto

1 colher chia ou aveia ou linhaça ou quinoa ou amaranto (opcional)

 

Modo de preparo

Bata o ovo com a clara, junte o sal e os demais ingredientes e coloque em frigideira antiaderente quente, como se fosse uma panqueca. Deixe dourar dos 2 lados.

 

 

Opção de recheios:

 

– 2 colheres de sopa de atum com cenoura ralada e ervas

– 1 colher de queijo tipo cottage e ervas

– 2 colheres de sopa de frango desfiado e 1 colher de sopa de requeijão light

– 2 fatias de queijo minas frescal e orégano

– 2 fatias de peito de peru light e 1 colher de sopa de requeijão light.

– 1 colher de queijo cottage e 1 fatia de peito de peru light.


Com os amigos nos comemos mais!


Esse é um tema que gosto muito de reforçar em primeira consulta: que buscar um novo estilo de vida não é se trancar dentro de casa e dizer não para todos com os convites que seus amigos te fizerem, o grande segredo está em você melhorar seu comportamento em eventos, e existem várias dicas e técnicas para te ajudarem a melhorar essa sua relação com os alimentos, que abordarei em outro texto. Mas pesquisando mais sobre o assunto achei um artigo muito interessante com o seguinte título: Comer o quê com quem? Influência social indireta no comportamento alimentar ambivalente.

Comer é um ato social que vai para além das necessidades básicas de alimentação (Ogden, 2003). O consumo de alimentos assume frequentemente um papel central nas interações sociais. As refeições são muitas vezes utilizadas para nos conhecermos, convivermos, partilharmos e comemorarmos acontecimentos. A quantidade de comida que ingerimos e as escolhas alimentares que fazemos são influenciadas, quer por fatores internos, como as atitudes face aos alimentos (e.g., Shepherd, 1999), quer por fatores externos como o contexto social onde ocorre o comportamento (e.g., Stroebele & de Castro, 2004).

Frequentemente temos de escolher entre o prazer e a saúde e, frequentemente ganha o prazer. Apesar de sabermos que, por exemplo, um pacote de batatas fritas não é benéfico para a saúde na medida em que contém muitas calorias, gordura e sal (avaliação negativa), gostamos do seu paladar (avaliação positiva). De fato, a literatura revela que embora as ideias e conhecimentos sobre alimentação saudável sejam genéricamente corretas (Associação de Doentes Obesos e Ex-Obesos de Portugal [Adexo], 2006), as pessoas preferem consumir alimentos principalmente saborosos (e.g., hambúrgues, cachorros quentes, bolos, doces), mesmo sabendo que nem sempre são os mais saudáveis (Matos & Equipa do Projecto Aventura Social e Saúde, 2002; Murphy, Youatt, Houer, Sawyer, & Andrews, 1995; Noble, Corney, Eves, Kipps, & Lumbers, 2003; Pliner & Mann, 2004). Esta ideia é também apoiada pelo modelo de conflitos de objetivos (Papies, Stroebe, & Aats, 2008) que defende que os alimentos têm um valor hedônico, sendo os alimentos saborosos os preferidos.

Facilitação Social, Normas Sociais e Formação de Impressões

Embora sem considerarem a ambivalência das atitudes, vários estudos têm demonstrado os efeitos da influência social indireta nos comportamentos alimentares. Um dos fenômenos mais estudados é a facilitação social (Triplett, 1898), que se refere ao efeito que a presença de outros tem no nosso comportamento (ver Aiello & Douthitt, 2001). Segundo Zajonc (1965, 1995; Zajonc, Heingartner, & Herman, 1969), a presença de outros, quer seja como observadores, quer seja como co-atores, provoca uma ativação fisiológica levando à emissão da resposta dominante. Esta ativação fisiológica pode derivar quer do receio de uma avaliação negativa (Cottrell, 1972), quer de uma diminuição dos recursos atencionais que resulta em distração (Baron, 1986). Se a tarefa a desempenhar for simples ou bem aprendida, a presença de outras pessoas provoca uma melhoria no desempenho. Porém se a tarefa for difícil, complexa ou mal aprendida o desempenho é prejudicado pela presença de outros (Zajonc & Sales, 1966).

Estudos na área dos julgamentos sociais mostram que a norma de comer pouco faz sentido, uma vez que, somos pior avaliados pelos outros, quando ingerimos grandes quantidades de comida (e. g., Basow & Kobrynowicz, 1993; Chaiken & Pliner, 1987). Mas mostram também que somos pior avaliados quando optamos por alimentos pouco saudáveis (e.g., Paulino, 2007; Stein & Nemeroff, 1995; Vartanian, Herman, & Polivy, 2007). Estes dados sugerem que, para além das normas identificadas, existe uma outra norma que dita que devemos praticar uma alimentação saudável.

De uma maneira geral, pensamos que este estudo permite uma melhor compreensão do comportamento alimentar de pessoas ambivalentes em contextos sociais. Os resultados apoiam o modelo de atitudes como construções temporárias (Erber et al., 1995), mostrando uma maior sensibilidade das pessoas ambivalentes relativamente aos contextos onde ocorrem os comportamentos. Como foi visto, não se trata apenas de comer muito ou comer pouco e com quem. Trata-se também de comer o quê com quem. Enquanto comer com pessoas com quem não nos sentimos muito à vontade, nos faz bem, comer na companhia de amigos já não é tão saudável, principalmente se formos ambivalentes face à refeição.

Fonte: Aiello, J. R., & Douthitt, E. A. (2001). Social facilitation from Triplett to electronic performance monitoring. Group Dynamics Theory, Research and Practice, 5, 163-180. [ Links ]

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Comportamento Alimentar pode ser adaptado e moldado, exige vontade de querer melhorar e um conceito muito claro que muitos tem que melhorar hábitos é se privar de tudo. Na Nutrição Comportamental não é uma questão de privação e sim de equilíbrio, qual o problema de um pedaço de pizza no sábado com os amigos se você controla e tem controle nas outras refeições! Cuidado com as privações extremas, elas tem levado muitas pessoas a transtornos alimentares mais sérios como compulsão, bulia, anorexia, etc…

 

Procure sempre um Nutricionista quando quiser mudar sua alimentação para qualquer objetivo!


Quibe Assado de Abóbora


Quibe Assado de Abóbora (vegana)

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Ingredientes

2 xícaras de trigo para quibe
3 xícaras de água
5 xícaras de abóbora
1 xícara de cebola picadinha
2 colheres (sopa) de azeite de oliva
6 colheres (sopa) de hortelã picadinha
6 colheres (sopa) de salsinha picadinha
Suco de 1 limão
Sal e pimenta a gosto

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Preparo

Cozinhe a abóbora na água até ficar macia, esprema e reserve. Deixe o trigo de molho em água quente por 30 minutos (usei a mesma água do cozimento da abóbora). Escorra bem e reserve. Refogue a cebola no azeite, acrescente a abóbora, o sal e reserve. Em um recipiente, misture o trigo hidratado, a abóbora reservada, a hortelã, a salsinha e o suco do limão espremido na hora. Coloque em uma forma untada, cubra com papel alumínio e leve para assar em forno médio por aproximadamente 30 a 40 minutos, retirando o alumínio na metade do tempo de cozimento para formar uma casquinha por cima.

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Dica – Quando escolher o refratário para espalhar a massa do quibe, leve em consideração sua preferência, porque a espessura influirá no resultado final. Se quiser um quibe mais sequinho, use um refratário maior e faça mais fininho. Se quiser mais molhadinho (como eu), escolha um refratário menor e faça mais gordinho. Fiz metade da receita e ficou uma delícia!

 


Essa vontade de comer está me matando!


Essa vontade de comer está me matando!

Bom primeiro é bom lembrar que ”vontade” de comer é um processo que precisa ser trabalhado. É importante lembrar que as vontade aparecem por muitos motivos entre eles as lembranças do sabor, cor, texturas dos alimentos, lembranças do próprio cérebro que aquele alimentos foi consumido em algum momento de alegria, tristeza, etc, por motivos emocionais não bem trabalhados, por questão ambientais (o quanto o alimento está a disposição e a família e convívio social).

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Mas então porque os doces, os carboidratos? primeiramente pelas questões acima mencionadas, por eles TEREM ALGUM PAPEL IMPORTANTE PARA VOCÊ, e os carboidratos e as gorduras pela sua composição nutricional são precursores de hormônios como serotonina e dopamina (hormônios do bem estar e satisfação).

Mas como controlar esses desejos?

– Primeira coisa é você tenha consciência que existem outras atividades que liberam essa mesma sensação ao organismo como atividade física, ou até mesmo as castanhas, bananas, folhosos verdes escuros, chocolate 70%, laranja, aveia, entre outros… mas talvez esses alimentos ainda não estejam na sua preferencia ou você ainda não associou que eles também trazem bem estar (até mesmo porque é cultural que chocolate e pão são alimentos que trazem alegria, e seu cérebro faz questão de te trazer isso a tona quando você se desequilibra por algum motivo).

Antes da segunda dica quero lembrar que na literatura científica hoje se fala nos ”confort foods” que são aqueles alimentos que PARTICULARMENTE trazem prazer a pessoas e esses podem ser os mais diversificados não só doces e pão, pois tudo depende de como a pessoa cresceu tendo acesso e o que esses alimentos representam para ela com um contexto muito mais AMPLO QUE ”SOMENTE COMER”. Estudos mostram que os os desejos por confort foods devem ser trabalhados com cuidado pois muitas pessoas mesmo que seguindo todas as dicas e SUBSTITUIÇÕES ainda ficam ansiosas e acabam comendo o alimento de conforto. Ou seja, embora hajam tentativas/alternativas se o alimento não for consumido isso pode levar a momentos de compulsão ou aumento de ansiedade por se privar do alimento em questão. Então segue a minha dica:

Segunda dica: PLANEJAMENTO! PLANEJAMENTO! PLANEJAMENTO! Você tem seu alimento preferido certo? Ele te traz momentos de prazer né? Então você concorda que se te dá prazer é de bom grado você APROVEITAR o momento de comer esse alimento? (existem algumas técnicas para serem trabalhadas mas que aqui não dá para compartilhar, por isso é importante mesmo que leiamos texto de profissionais que gostamos, é sempre bom PROCURAR UM PROFISSIONAL e não ficar somente nas dicas de internet), mas a dica que quero compartilhar é:

COLOQUE METAS: por exemplo, quantas vezes na semana você tem comido um alimento ”não tão saudável” ou esses alimentos de conforto? Sugiro que você coloque por exemplo dias específicos para eles serem ingeridos (exemplo toda terça e sexta as 20:30 vou comer esse chocolate – ou outro), e dai quando aquela vontade de comer vier você precisa trabalhar sua determinação e pensar da seguinte forma:

”Na terça-feira já pude comer o meu chocolate, logo, posso esperar até sexta para comer novamente”

”Agora não preciso ceder e comer mais uma porção de chocolate, pois já tenho dois dias que posso fazer isso sem culpa”

”Essa refeição não está no meu planejamento, por isso vou deixar para come-lo no dia que está planejado”

Isso vai te ajudar a trabalhar seu auto-controle e te ajudar atingir seu objetivo mais fácil além de preservar sua boa relação com o alimento, pois restrição só piora as coisa.

Rodolfo Scatolon Nutricionista CRN38692


Nutricionistas: a única solução para emagrecimento?


AMIGOS NUTRIS E PROFISSIONAIS DA SAÚDE O QUE ACHAM? Deem sua opinião!

Esse é um dos temas do meu curso ”A atuação do Nutricionista em Grupos de Emagrecimento / A importância da equipe interdisciplinar no tratamento e controle da obesidade” ministrado pela BemNutri Assessoria Em Nutrição

Nesse Slide em específico trago os amigos nutricionistas para uma auto reflexão sobre as condutas adotadas com esse público tão minado de informações errôneas, que passam por frustrações desnecessárias incentivados por propagandas enganosas de produtos e promessas milagrosas, que tem a auto-estima baixa, que sofrem em alguns sentidos por motivos físicos, psicológicos e sociais, que acreditam em muitos momentos não serem capazes, que estão cheis de pensamentos sabotadores forçando que eles devem ou podem comer, com conflitos internos entre a vontade de emagrecer e o prazer em comer (onde ainda o prazer em comer fala mais auto), entre outras características citadas e abordadas no curso.

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Será que essa público precisa apenas de cardápio com baixa calorias? Será que eles precisam entrar em modismos como free isso, free aquilo, tomar fitoterápicos e suplementos? Ou será que eles precisam apenas reaprender comer e LIDAR melhor com os alimentos?

Muitas vezes profissionais usam o termo: ”o paciente desistiu do tratamento”, mas que parte de CULPA nos profissionais temos? É muito importante refletir sobre e analisar certas condutas!

Assim como muitos paciente realmente não estão motivados o suficiente para perder peso, nesse caso não temos culpa, mas ao detectar tão condição é importante sugerir o suporte com outros profissionais, nos Nutricionistas não somos OS ÚNICOS E MAIS IMPORTANTES NO PROCESSO DE EMAGRECIMENTO!!

Rodolfo Scatolon Nutricionista


Como nos escolhemos nossos alimentos: a influencia da mídia!


É muito importante consultar um profissional quando queremos de fato ter a certeza da qualidade nutricional de um produto. Muitas empresas usam do Marketing a seu favor usando de termos, cores, frases que chamam sua atenção e despertam o desejo de comprar algo sem nem mesmo querer ou precisar por usar de estratégias… Por isso devemos ficar atentos aos rótulos e não acreditar em tudo que lemos ou vemos por ai. Lembre-se que toda empresa VISA LUCRO e nem sempre sua saúde está em primeiro lugar… abaixo relacionei alguns estudos científicos que aformam o poder de influenciar a compra dos indivíduos em determinadas situações! Porem como sempre reforço: CONHECIMENTO é tudo, quando temos o olhar crítico para as coisas caímos menos em truques e propagandas enganosas!

 

 

Ao escolher um determinado alimento para uma refeição, um indivíduo deve primeiramente reconhecê-lo, identificá-lo e classificá-lo como apropriado ou não ao seu consumo, de acordo com seus hábitos (culturais, nutricionais, entre outros). Dessa forma, muito além dos fatores biogênicos, a escolha alimentar encontra-se relacionada a fatores socioambientais diversos (McNeal, 2002).

Segundo Viana (2002), a escolha alimentar tem relação com preferências correspondentes ao sabor dos alimentos e aos hábitos alimentares apreendidos desde a infância a partir do convívio social. Poulain e Proença (2003) afirmam que a alimentação é a primeira aprendizagem social do homem, como seres humanos; desde a infância aprendemos a realizar escolhas alimentares a partir de nosso convívio social. Para Quaioti e Almeida (2006), o comportamento alimentar possui componentes fisiológicos e psicossociais. Estas características influenciam as escolhas alimentares, formando o modelo alimentar, resultado de um conjunto de escolhas feitas por uma sociedade.

Segundo Santos e Andery (2006), comer é um ato social; o desenvolvimento dos hábitos e práticas alimentares têm referências na própria dinâmica social. O consumo alimentar humano deve ser analisado de forma ampla, não apenas por meio das relações entre agentes da cadeia alimentar, como produtores agrícolas, industriais, comerciantes e consumidores (Oliveira e Thébaud-Mony, 1997).

Em estudo encomendado pela Organização Pan-americana de Saúde, Hawkes (2006) destacou as estratégias demarketing como estimuladoras ao consumo exagerado e desequilibrado de um ponto de vista nutricional. O estudo reconhece a amplitude da área de marketing, porém se fixa apenas em uma de suas diversas dimensões definindomarketing basicamente pela sua vertente publicitária, focando-se em variáveis como publicidade televisiva,marketing nas escolas, patrocínio, merchandising, marketing na internet e promoções de vendas.

Constatar que o comportamento de compra é influenciado, e pode ser controlado pelos cenários (ambientes funcionais) não é a novidade trazida pela teoria BPM, mas sim o fato de que os estímulos presentes nos cenários podem reforçar os comportamentos de compra de um indivíduo, ou seja, podem definir a extensão do comportamento consumidor, a partir de reforços, que determinaria comportamentos sequenciados, em cadeia.

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O ato de comprar um alimento tem se mostrado como um comportamento complexo e não pode ser considerado como ato isolado, já que pode estar envolvido em um conjunto de fatores diversos e com distintas particularidades para cada pessoa, adulta ou criança.


Noz da índia – Um perigo para seu intestino e saúde!


Minha opinião sobre a noz da índia…

Primeiramente gostaria de reforçar que NÃO existe alimento milagroso, e muito menos algum alimento que isolado e com uso exclusivo traga algum benefício a saúde, logo, o conceito de que a noz da índia emagrece é MITO! Ela não apresenta NENHUMA propriedade emagrecedora!

Quem consume ou já ouviu falar do produto sabe que ele induz as pessoas a diarreia. Você já parou para se perguntar se a diarreia faz bem? Geralmente ela é uma resposta a intoxicação alimentar, por micro-organismo patógenos, ou seja, uma resposta a alguma coisa de errada no organismo, certo? Então seria saudável induzir a diarreia?

NÃO, não é saudável induzir esse processo! Porque quando estamos com diarreia o médico ou nutricionista manda aumentar o consumo de líquido? Pois nosso corpo desidrata muito. E uma corpo desidratado acarreta adaptação negativas ao organismo, atrapalha todo processo de equilíbrio orgânico. Além de junto com a fezes líquidas irem nutrientes como vitaminas e minerais.

O uso crônico da noz, pode provocar perda de vilosidades da parede de seu intestino, e depois quando parar de fazer o uso do produto, há uma grande chance de você sofrer de constipação intestinal!

CONCLUINDO! Não fique esperando que surjam alimentos mágicos que vão te emagrecer da noite para o dia. Quanto tempo você levou para ganhar o peso que HOJE você está insatisfeita/o? Lembre-se que o processo de perda deve ser lento e gradual, e não intenso e depois ganhar tudo novamente. PENSE NA SUA SAÚDE E PARE DE SER TROUXA DE ACREDITAR EM MILAGRES! EVITE FRUSTRAÇÕES!

Reeducação Alimentar é o melhor método para emagrecimento! Sem discussão alguma! Não fique tentando loucuras e acreditando que a R.A não funciona. Se loucuras funcionassem não estaríamos com mais de 53% da nossa população acima do peso! Reflita sobre as opções que está fazendo para sua saúde!


Grupos de emagrecimento: será que isso é para mim?


Evolução… evolução… evolução…

 

Desde que a primeira molécula do universo surgiu, a evolução já começou e nunca mais parou e nunca mais vai parar. Seres humanos estão em constante mudanças e adaptações, uma bem favoráveis outras nem tanto! Com tanta tecnologia e tanta evolução estamos cada dia com mais massa corporal. Os principais motivos: transição nutricional, fatores genéticos, oferta de produtos de alto índice glicemico e gorduras, SEDENTARISMO e problemas psicológicos.

Hoje é comum abordar qualquer pessoa na rua e essa dizer que já fez, ou está fazendo algum processo para controle ou eliminação de peso. Independente do método utilizado!

Esse texto abaixo, quero trazer você que já diz ter tentado de TUDO para atingir um peso ideal e até hoje não conseguiu e que passa pelo efeito sanfona desde que se entende por gente.

Tentar de tudo? Talvez você ainda não tentado ou se tentou, pode até ter tentando certo, mas talvez não estivesse PREPARADA para o processo. Nenhum profissional é culpado pelo insucesso do processo e sim o quanto você não se dedicou e se realmente o profissional tomou alguma conduta que não te agradou você tem a opção de trocar ou ser fraco com o mesmo sobre mudar a forma de acompanhamento! (mas isso é texto para outro momento).

Uma nova proposta que vem ganhando campo nos dias de hoje são os GRUPOS DE EMAGRECIMENTO, e muitos artigos científicos e na prática eles vem mostrando resultados. Alguns dos motivos que tornam esse método um sucesso:

> O objetivo em comum entre os participantes:  todos estão buscando o mesmo objetivo e sofram as mesmas angustias e dificuldades.

> A troca de experiencias motiva as pessoas durante o processo: ver no outro as dificuldades e ele conseguir atingir objetivo é motivador.

> Geralmente em grupo, o paciente tem suporte de mais profissionais e uma equipe interdisciplinar apresenta mais eficacia por trabalhar mais pontos ao mesmo tempo e tudo integrado.

> Pelos encontros serem mais constantes aumentam a dedicação e determinação.

> etc..

 

A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é apontada como uma estratégia bastante eficaz no tratamento da obesidade. Indivíduos com excesso de peso têm maior risco de desenvolver uma série de doenças e condições médicas, além de associar-se a vários estressores interpessoais. O presente trabalho tem como objetivo relatar a experiência resultante da intervenção em TCC em grupos (TCCG) em participantes que visavam emagrecimento dentro de uma clínica multiprofissional. Considerando o conjunto de dados qualitativos obtidos sugere que houve uma melhora clinicamente significativa no que tange as dificuldades interpessoais, ao grau de adaptação social, à autoestima, aos níveis de ansiedade, ao sentimento de bem estar das participantes e a diminuição da compulsão alimentar, além da redução objetiva do peso.

Atualmente o número de pessoas sedentárias cresce de forma avassaladora, e obtendo números alarmantes de pessoas inativas, chegando a ocupar segundo o Ministério da Saúde, cerca de 18 milhões de pessoas, ou seja, 14% dos brasileiros estão enquadrados nestes levantamentos (CONFEF, 2012). Portando, vale ressaltar, que o sedentarismo junto com maus hábitos alimentares, tem total influência para o acúmulo excessivo de gordura corporal, e por consequência adquirir um estado de obesidade (Simão, 2007).

Fleck e Kraemer (2006), quais confirmam que o treinamento de força vem contribuir de forma significativa para a redução da porcentagem de gordura corporal, já que há uma elevação do metabolismo devido aumento da massa muscular, já que com isso, há um aumento no gasto energético consequente da oxidação de calorias. O treinamento de força refere-se a uma modalidade de atividade física, com um grande número de variáveis (volume, intensidade, frequência, duração, recuperação, equipamentos, tipo de treinamento etc.) que quando acontece um acompanhamento adequado, pode trazer resultados e benefícios significativos aos praticantes.

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Muitos pacientes obesos referem ingestão alimentar compatível com os parâmetros da normalidade. Alguns, involuntariamente, ocultam parcela significativa do volume energético efetivamente ingerido. É extremamente difícil medir a quantidade de energia consumida. Pesquisa mostrou, em revisão, que 70% dos obesos informam valores fisiologicamente improváveis de energia ingerida. O controle de energia consumida está baseado em um conjunto de interações que formam a psicobiologia do comportamento alimentar, envolvendo o apetite, os processos fisiológicos e metabólicos, e o sistema nervoso. A busca por comida, surgida da necessidade do processo metabólico, é determinada por sistemas sensórios específicos, associados ao cheiro e gosto.

Restrição alimentar é uma estratégia comportamental e cognitiva, que as pessoas usam para controlar o peso corporal. O termo restrained eating foi definido como uma tendência a restringir o consumo alimentar conscientemente, a fim de prevenir o ganho de
peso ou promover sua perda. Estudo envolvendo 387 famílias francesas, num total de 1320 indivíduos entre 11 e 65 anos, objetivou descrever os padrões alimentares de famílias francesas e avaliar a relação entre consumo dietético, perfil alimentar e sobrepeso. Os resultados mostraram que a restrição alimentar foi significativamente relacionada com excesso de peso e menor ingestão energética em homens e mulheres. Em mulheres, foi associada à menor ingestão de proteínas e carboidratos.

Estudos demonstraram que unrestrained eaters, pessoas que não restringem o consumo de alimentos, ou nondieting, pessoas que não fazem dieta, comem menos após um lanche altamente energético. Esta regulação de energia é normal, isto é, a pessoa compensa o lanche comendo menos, posteriormente. Porém, restrained eaters, pessoas que restringem o consumo alimentar, comem mais depois de um lanche altamente energético. Este comportamento é explicado pela desinibição do controle cognitivo,
uma vez que acreditam ter excedido o consumo alimentar permitido com a ingestão do lanche energético.

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Aqui ressaltei apenas as três variáveis mais estudadas e citadas na literatura. Mas vale lembrar que todo procedimento estético, terapias alternativas, massagens, são válidos por permitir que o paciente reserve parte do seu dia para buscar um bem estar e querer estar bem consigo mesmo!

 

Conheça o grupo que trabalho no site: www.despertesemagra.com.br

 

 

 


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Massa:

3 ovos inteiros

8 colheres de sopa de farelo de aveia

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Modo de preparo:

Misturar os ingredientes e colocar num refratário redondo pequeno e levar ao micro-ondas por 5 minutos (dependendo a potencia no micro-ondas ver a necessidade de colocar mais alguns minutos).

 

Sugestão de recheio: presunto e queijo cottage

Preparar um molho caseiro de tomates cozidos com manjericão fresco. Reservar.

½ pote de queijo cottage misturado com 1 pote de requeijão light ou ZERO + ervas a gosto.

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Molho: 2 tomates maduros inteiros batidos com 400 ml de água. Coloquei para ferver por 50 minutos até encorpado. Temperei com cebola e alho desidratados, cebolinha e manjericão fresco.

 

Montagem:

Depois do omelete de aveia ficar pronto, esperar esfriar e com uma faca cortar em sentido horizontal e fino para formar vários discos.

Começar a montagem como uma lasanha normal: disco, molho, presunto, queijo, disco, molho, presunto e queijo. Polvilhar parmesão e colocar no forno para aquecer por 15 minutos. Servir ainda quente.

 

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