Comer Intuitivo – ”mentalidade de dieta”


O termo Intuição vem do latin ”intuitione”, da união do ”in” (em, dentro) e ”tuere” (olhar para, guardar); é também, provavelmente, uma inflexão do francês intuition: contemplação, conhecimento imediato, pressentimento que nos permite adivinhar o que é ou deve ser. O comer intuitivo busca orientar os pacientes a atingir uma sintonia entre os sistemas internos e externos.

 

Hoje vou abordar o primeira dos 10 princípios, que na minha opinião é uma dos mais culturalmente implantado de maneira errônea pelas pessoas que é o ”REJEITAR A MENTALIDADE DE DIETA”.

 

Rejeitar o ato de ”estar de dieta” é fundamental para comer de maneira intuitiva. Dietas desregulam as funções de fome, apetite e saciedade, causam ganho e reganho de peso, aumentam a susceptibilidade aos exageros e compulsão alimentares. Para se rejeitar a mentalidade de dieta uma dica é se livrar de livros, revistas, e informações sobre dietas milagrosas e eliminação de peso em curto período de tempo e tudo que mostre calorias e calorias; entender que a sensação de fracasso toda vez que uma ”dieta” parou de funcionar, a responsabilidade é de quem a propôs e não de quem tentou segui-la – pois, fazer dieta não funciona; assumir um novo modo de pensar e se sentir a respeito do comer e da comida; não permitir que outras pessoas determinem o que, quanto e quando vai comer (nem mesmo os profissionais); e estar atento para o ”pensamento ou mentalidade de dieta”.

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Seja os sentimentos e atitudes que diferenciam as pessoas com mentalidade de dieta e os comedores intuitivos:

MENTALIDADE DE DIETA: Regras extremas, Sinais internos, Rigidez, Privação, Culpa, medo, preocupação, perder peso, vergonha, julgamento, opressão, em controle.

COMER INTUITIVO: sinais internos, flexibilidade, satisfação, prazer, confiança, empoderamento, nutrição, compaixão, aceitação, liberdade, responsável por…

 

Cabe linfatizar, aqui, que o Comer Intuitivo é uma abordagem inclusiva na área da nutrição e não tem como objetivo substituir ou desconsiderar a dietoteparia – principalmente em casos específicos como por exemplo, dislipidemias, doenças cardiovasculares, etc… e sim ser uma forma eficaz e um suporte para que as pessoas possam comer de forma intuituva e respeitando seus sinais internos mesmo a partir de sua alimentação sugerida.

 

Referencia Bibliográfica: A.M, A. C, T.F, F. M; Livro Nutrição Comportamental edição 2015.

 

 

 

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