O julgamento alimentar… um gatilho para compulsão…


Quantas vezes nos pegamos JULGANDO coisas, pessoas e alimentos? Acho que de você responder essa pergunta de maneira sincera a resposta será SIM, JULGAMOS MUITO!

Quem nunca olhou uma pessoas estranha a noite 00:00 na rua e automaticamente pensamos:

”Nossa, um assaltante!”

”Um andarilho”

E inúmeras vezes não é nada parecido com até então julgado! Não é mesmo?

 

Devido a mídia atual, a Nutrição e os alimentos estão sendo muito ”falados” e comentado por todos. Um grupo de pessoas ainda aprendeu a julgar os alimentos de algumas maneiras como: ”esse engorda”, ”esse emagrece”, ”esse queima gordura”, ”esse é proibido”, ”esse é liberado”, ”alimento certo”, ”alimentos errado”, entre outros julgamentos… se você apresenta algum problema de saúde realmente haverá em parte de tratamento a restrição de alguns alimentos, mas se você é saudável, porque se privar sem BONS MOTIVOS?

A questão é que, na prática clínica vemos o julgamento alimentos como GATILHO para episódios de compulsão ou deslizes exagerados. Uma vez que você olha para um pedaço de bolo de chocolate e diz: ”esse bolo engorda, não posso comer, não é saudável comer isso”, você pode ativar sua ansiedade e o sentimento de privação vai fazer você pensar no bolo mais do que antes, indiretamente você pode até não te comido aquele bolo, mas aumentará alguma porção em outra refeição, irá buscar uma outra alternativa (os substitutos), mas talvez o desejo do bolo permanecerá ma sua mente e eis que um dia você vai se permitir comer o bolo. Nesse momento é característico que ao se permitir ”algo proibido” (por sus crenças, não que de fato seja proibido),  alguns pensamentos automáticos aparecem como: ”já que comeu mesmo, coma mais”, ”você não consegue resistir”, entre outros… e esse sentimento de incapacidade pode naquele momento te fazer a comer sem controle e sem critérios, uma vez que você acreditou nele. (no que você pensou sobre você mesma naquele momento ou sempre).

TUDO ISSO PORQUE VOCÊ DISSE QUE NÃO PODIA COMER! E se você diferente desse pensamento dissesse, por exemplo: ”Bom, os doces são meu problemas atual, tenho dificuldade com eles até então, mas vou me planejar e comer esses doces dentro de um equilíbrio e de forma que ele não prejudique meu resultados e minha saúde.” Muito mais interessante né? Ficar 30 dias sem comer doce não torna ninguém mais ou menos determinado que você (é uma escolha), você você pode escolher comer 150 gramas de bolo duas vezes na semana do que passar 15 sem comer e no dia que não resistir comer meio bolo sozinha… caloricamente falando, 150 gramas de bolo na semana não irão contribuir com NENHUMA grama de gordura e nem com QUILOS a mais… porem meio bolo pode ser que sim, porem, muito mais pelos efeitos psicológicos de ter comido o bolo, não necessariamente pelo quantidade.

No Lugar de EVITAR os alimentos que você hoje julga ter dificuldade, busque não julga-los mais, todo alimentos dentro de um equilíbrio é permitido, os que você tem mais dificuldade apenas estão exigindo de você MAIS ATENÇÃO e não o desprezo. Quando você conseguir olhar para um pedaço de bolo e pensar de maneira leve, sem julgamento, ”posso ou não come-lo”, ”eu quero de fato comer isso agora?” caso você não queira, ele terá o momento dele, e quando se permitir desfrute dos prazeres e sensações que ele pode te oferecer, e isso só acontece quando você dá atenção ao alimentos que está comendo. Uma fez tomada a decisão de comer, não se culpe, coma, MAS apenas coma, ele merece 100% da sua atenção…

fdfd

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